O projeto Engenho da Imaginatião I e II foram financiado pelo PROMIC- Programa de Incentivo à Cultura da Prefeitura Municipal de Londrina e refere-se á publicação de a coleção de livros infantis e realização de um circuito de contação de história nas escolas municipais de Londrina. Este projeto une arte à educação e vem de encontro ao atual movimento brasileiro de educação inclusiva.
“Tião Balalão” tem como experiência própria, a arte da escrita, assim como a arte teatral sendo ambas, uma ferramenta inclusiva porque através da cultura o artista, em especial com deficiência, explora suas potencialidades, além de obter o reconhecimento na sociedade.
A proposta é trabalhar no ensino fundamental visando escolas inclusivas já que é uma pessoa com deficiência e através da arte e das histórias de forma lúdica e mágica leva as crianças ao mundo da fantasia, busca também mostrar as potencialidades da pessoa com deficiência. “Sendo eu um contador de histórias consigo estar num patamar de igualdade da sociedade, superando preconceito e estigma frente à pessoa com deficiência”.
Além dos livros, o projeto envolveu a realização de um circuito de contação de histórias nas escolas municipais de Londrina e de acordo com avaliações de crianças e professores, o Projeto Engenho da Imaginação foi uma iniciativa ao encontro de mostrar aos alunos que as dificuldades existem, mas somos capazes de superá-las e nos integrar a sociedade. De forma lúdica, foi possível abordar as diferenças e as potencialidades.
No ano de 2008, desenvolveu o Projeto Engenho da Imaginatião 2, que incluíu a continuidade do circuito de contação de histórias nas escolas municipais e publicação de uma nova coleção contendo 7 histórias infantis, as quais estão foram ilustradas por Lara Haddad.
A proposta contemplou trabalhar o ensino fundamental, visando escolas inclusivas, desenvolvendo parcerias para a edição de livros artesanais e em braile, com ilustrações da capa texturizadas que poderão ser “lidas” por crianças com deficiência visual.
Este projeto objetivou através da coleção, do circuito de contação de histórias e conversas com as crianças e professores sobre as diferenças, estimular a leitura, desenvolver a formação de público e contribuir no processo inclusivo, através do estímulo a interpretação, da capacidade criativa, despertar a noção de pertencimento à sociedade.
