Livro: Por Detrás dos Olhos

O livro por detrás dos olhos, com contos especias tem sentido e conteúdo e frases sentimentais como fala de espelhos tem neles muitos conselhos e todos espirituais,li com muita paciência compreendi o autor os espelhos que ele fala no seu sentido de amor são os olhos que repetem onde os seres se refletem na alegria ou na dor.
Será que a capacidade do espelho de refletir é infinita?
Esta é uma das reflexões à margem da cegueira que o Tião faz em suas crônicas-contos.
Será a nostalgia da luz que permite ao homem enxergar, o que guia suas histórias através de tantos espelhos? Afinal, sem a luz, nem mesmo os espelhos enxergam. O que o cérebro reflete ao receber as imagens que os olhos sadios captam depende da luz que lhes permite, aos olhos e aos espelhos, captá-las.
E aquilo que o cérebro nos devolve, será a mesma imagem para todos? Ou virá modificada pela amplitude que a engrenagem complexa de nossos receptores sensoriais, afetivos, intelectivos lhe conferem? E as imagens de nossa memória que já se perderam de nossos olhos? E com quê se parecem as imagens que o cérebro oferece aos cegos, que nem a memória têm das imagens que acreditamos reais?
Aos que perderam a visão, fica a nostalgia da paisagem e das gentes refletidas no espelho?
As histórias do Tião são espelhos que nos fazem refletir sobre como refletimos, nós também, coisas e sentimentos que não coincidem com o que somos realmente. E que iludem, para o bem ou para o mal, nossos entorno e as pessoas com quem nos relacionamos.
As histórias do Tião nos despertam perguntas, dúvidas, inquietações. Não, conclusões. Nem ele pretende oferecer conclusões, verdades, postulados. Mas o mistério que cerca nossa existência, que sem querer e de repente, se cristaliza em padrões rígidos e às vezes cruéis. Por isso, talvez, o apelo à magia, aos contos de fadas e bruxas.
A recorrência do certo e do errado, do belo e do feio, tem sempre o enfoque na aparência exterior do objeto, na imagem física. Mas o reflexo no cérebro induz o leitor a inquietações éticas, morais, afetivas. Reflexões para além do espelho e de sua moldura.
Apenas um olhar. “Um tipo de olhar sem arquivo, sem testemunho.” Nitis Jacon.
Livro: Por Detrás dos Olhos
O livro por detrás dos olhos, com contos especias tem sentido e conteúdo e frases sentimentais como fala de espelhos tem neles muitos conselhos e todos espirituais,li com muita paciência compreendi o autor os espelhos que ele fala no seu sentido de amor são os olhos que repetem onde os seres se refletem na alegria ou na dor.
Será que a capacidade do espelho de refletir é infinita?
Esta é uma das reflexes à margem da cegueira que o Tião faz em suas croônicas-contos.
Será a nostalgia da luz que permite ao homem enxergar, o que guia suas histórias através de tantos espelhos? Afinal, sem a luz, nem mesmo os espelhos enxergam. O que o cérebro reflete ao receber as imagens que os olhos sadios captam depende da luz que lhes permite, aos olhos e aos espelhos, captá-las.
E aquilo que o cérebro nos devolve, será a mesma imagem para todos? Ou virá modificada pela amplitude que a engrenagem complexa de nossos receptors sensoriais, afetivos, intelectivos lhe conferem? E as imagens de nossa memória que já se perderam de nossos olhos? E com quê se parecem as imagens que o cérebro oferece aos cegos, que nem a memória têm das imagens que acreditamos reais?
Aos que perderam a visão, fica a nostalgia da paisagem e das gentes refletidas no espelho?
As histórias do Tião são espelhos que nos fazem refletir sobre como refletimos, nós também, coisas e sentimentos que não coincidem com o que somos realmente. E que iludem, para o bem ou para o mal, nossos entorno e as pessoas com quem nos relacionamos.
As histórias do Tião nos despertam perguntas, dúvidas, inquietações. Não, conclusões. Nem ele pretende oferecer conclusões, verdades, postulados. Mas o mistério que cerca nossa existência, que sem querer e de repente, se cristaliza em padões rígidos e às vezes cruéis. Por isso, talvez, o apelo à magia, aos contos de fadas e bruxas.
A recorrência do certo e do errado, do belo e do feio, tem sempre o enfoque na aparência exterior do objeto, na imagem física. Mas o reflexo no cérebro induz o leitor a inquietações éticas, morais, afetivas. Reflexões para além do espelho e de sua moldura.
Apenas um olhar. “Um tipo de olhar sem arquivo, sem testemunho.” Nitis Jacon.
Oi Tião, você conta as histórias super bem e adorei o seu livro. Creio que você conheça o meu tio que tambem é deficiente o Lucio Brandão, te conheço da contação de historias do Instituto de Educação Infantil e Juvenil, organizada pela Maria Cécilia.
Fernanda